Quem vai estar do outro lado da tela ditando as linhas
Quem conduz a construção do robô é o Ângelo, a mente técnica da Positive. Ele opera futuros no mercado brasileiro e no americano, e tem com a Patrícia uma empresa de automação industrial, onde já automatizou dezenas de plantas de cerveja para grandes cervejarias.
Isso importa aqui por um motivo bem prático. Automatizar uma planta de produção é escrever regra para processo crítico, o tipo de sistema em que uma falha para a fábrica inteira. No chão de fábrica, o limite e a lógica de parada são escritos antes da regra que faz a linha andar, porque ninguém liga uma máquina para descobrir depois onde ela deveria ter desligado sozinha. É exatamente essa parte que costuma faltar no robô de trading do varejo, que nasce com a regra de entrada e quase nada em volta dela. É esse método que aparece na tela no dia 28: a hipótese vem primeiro, o risco e o horário entram logo em seguida, e o robô só é ligado depois que tudo isso já está em código.